Quando
chegou ao Gran Hotel Stella Maris, no final da tarde de ontem, a
delegação da Seleção Brasileira encontrou muita gente à sua espera. Uma
parte do grupo queria tietar, outra, protestar. O grupo mais barulhento
era o das Neymarzetes. Elas tinham cartazes, bandanas, apitos, camisas
estilizadas e garganta, muita garganta. “Neymar, eu tô aqui, aparece aí
pra mim!”, diziam as jovens em coro. Quando o ônibus da Seleção entrou
no hotel, nem a barreira policial conteve as garotas, que só pararam no
portão fechado. “Eu cheguei no aeroporto às 6h. Nem almocei, mas vale
tudo pra ver Neymar”, disse a estudante Lilian Soares, 14 anos. Para que
sua tia a deixasse passar o dia ali, seu argumento foi simples: “Eu
disse que ou ela me deixava vir, ou pagava pra eu ir pra Europa.” Depois
que os jogadores subiram para os quartos, Neymar até chegou na varanda e
acenou para os fãs, o que aumentou em muito a gritaria. Lucas também
arrancou uns berros da turma. No início da noite, quem apareceu no
saguão foi o zagueiro baiano Dante, que tirou fotos com hóspedes e
recebeu a visita da mãe, Vera Lúcia, da irmã Soledade e do sobrinho
Oraniã. “Jogar em casa é outra coisa”, comentou o defensor do Bayern de
Munique. Correio
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