O secretário voltou a lamentar a insensibilidade do Ministério Público,
que moveu Ação Civil Pública contra ele, acatada pela 1ª Vara da
Fazenda Pública da Comarca de Barreiras, que proibiu a aplicação do
Benzoato de Emamectina, e determinou a apreensão do produto. O produto
foi importado com autorização do Ministério da Agricultura que, no
entanto, não autorizou o registro emergencial, condição exigida pelo
Ministério Público.
Para o secretário, a reportagem exibida neste domingo (16), pelo Globo
Rural, confirma a gravidade da situação, que ele vem alertado. “O
prejuízo no Oeste da Bahia está consolidado e não há como reparar. O que
nós temos buscado são condições para que a próxima safra possa
acontecer”. Ele disse ainda que, passo a passo com o controle químico,
que visa reduzir a população da lagarta, “vamos entrar com várias ações,
entre elas o controle biológico e o manejo integrado da praga, além da
utilização de variedades resistentes à praga, a exemplo da soja Intacta
RR2, cuja importação acaba de ser autorizada pelo governo da China”. O
plano já está elaborado e deverá ser apresentado à presidente Dilma
Rousseff.
Em Luis Eduardo, os presidentes da Associação de Produtores de Algodão
da Bahia (Apaba), Izabel da Cunha; da Associação de Agricultores e
Irrigantes da Bahia (Aiba), Júlio Busato, e do Fundo de Desenvolvimento
do Agronegócio do Algodão, Ademar Marçal, e o vice-presidente da
Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), João Carlos
Jacbsen, se reuniram com o secretário estadual da Agricultura, Eduardo
Salles, e com os diretores geral e de Defesa Vegetal da Agência de
Defesa Agropecuária da Bahia (Adab/Seagri), Paulo Emílio Torres e
Armando Sá, buscando fórmulas para resolver esse grave problema, que
agora tem novo agravante. O avanço pelo País. Para ler matéria na íntegra clique aqui. Seagri
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