Começou bem o processo de separação "de corpos" entre Gugu e a Record. O apresentador deixou a emissora na última quinta-feira (6), cerca de quatro anos antes do final de seu contrato (que só expiraria no final de 2017). A decisão pela rescisão foi tomada em comum acordo entre as partes e antecipada pelo Uol. Como início dos pagamentos da rescisão, a
Record transferiu a propriedade do helicóptero Águia Dourada para Gugu. Pelo contrato assinado, a Record poderia ter de pagar mais de R$ 130 milhões de indenização ao apresentador, uma vez que foi ela quem, supostamente, teria descumprido algumas cláusulas, como, por exemplo, cortar verba de produção do "Programa do Gugu". No entanto, tudo indica que haverá um bom desconto nesse valor, já que Gugu também estava infeliz e cansado da pressão.
Gugu
Liberato vinha sendo pressionado dentro da emissora a dar melhores
resultados no ibope e no faturamento do programa. Gugu também sofreu
pressões de alas radicais da Igreja Universal, que não se conformavam
com o salário de R$ 3 milhões mensais do apresentador. O helicóptero
Águia Dourada sempre foi um símbolo do jornalismo da Record. Segundo
Ooops! apurou, na negociação ele foi avaliado na faixa de R$ 5 milhões e
já teria sido retirado do Campo de Marte e levado para local ignorado
em Carapicuíba, em alguma propriedade do apresentador. No lugar de Gugu,
no próximo domingo, entrará Rodrigo Faro e o "Melhor do Brasil". Como
diz o velho ditado, a estratégia da emissora revela o cobertor curto, já
que abrirá um enorme vácuo na programação do sábado. "O Melhor do
Brasil" vinha mantendo o segundo lugar isolado. Embora não fale sobre
seu futuro, Gugu vai reativar sua produtora e aproveitar a onda de
produções nacionais obrigatórias na TV, devido à lei de cotas em vigor.

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