A ausência do governador Jaques Wagner na Lavagem do Bonfim 2013
– primeira vez desde que assumiu o Estado –, na próxima quinta-feira
(17), desviará os holofotes para três pré-candidatos da base em 2014: o
vice Otto Alencar (PSD), o chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), e o
presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo (PDT).
Apesar do destaque inevitável que terão no evento, o trio puxador do
bloco governista negou, em entrevista ao Bahia Notícias, que usará o
corpo-a-corpo com o povo para testar a popularidade. "Quando o
governador viaja, sou sempre muito discreto. Ele vai viajar e eu vou ter
que representá-lo na lavagem, que é uma coisa que os baianos fazem e eu
também faço todos os anos, com muito prazer", esquivou-se Otto. "O vice
está aí. O holofote vai para o vice-governador [risos]. Bonfim não
passa por isso [campanha] não. Esse ano não é tom eleitoral. Eleição é
ano que vem", escapou Rui Costa. "Eu não perco um ano, mas não para
fazer campanha. Meu estilo é trabalhar na base", evadiu-se Nilo. Além do
chefe do Executivo, outros possíveis postulantes à sucessão, o
secretário do Planejamento, José Sérgio Gabrielli – integrante da
comitiva oficial à China, segundo sua assessoria – e o senador Walter
Pinheiro (PT) também ficarão de fora da maior festa religiosa baiana.
"Não tenho nenhum problema, mas nunca nem fui ao Bonfim", argumentou
Pinheiro, que é evangélico, em conversa com o BN. Wagner embarca para a
Ásia, em missão de trabalho, na próxima segunda (14) para tentar atrair
mais duas indústrias automobilísticas chinesas para a Bahia.

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